Boas notícias
Luxemburgo anunciou que abrirá no segundo semestre uma embaixada em Brasília!
Fonte: http://www.wort.lu/en/luxembourg/diplomacy-luxembourg-to-open-embassy-in-brasilia-58ad5e3da5e74263e13aafca
Passaportes, identidades tudo feito aqui no Brasil!!!!
Ainda não temos detalhes de todos os serviços a serem oferecidos, mas certamente emissão de documentos de identidade serão algum deles.
Quanto a avaliação da cidadania, teremos informações em breve, mas possivelmente até o estabelecimento da embaixada, tudo continue igual diretamente no Ministério da Justiça.
Certamente a melhor noticia que poderíamos neste ano!
Aguardaremos a entrada de operação prevista para o terceiro trimestre deste ano.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Estatísticas aquisição de cidadania do ano de 2016
Saiu
hoje a estatística de aquisições de cidadania luxemburguesa para o ano de 2016,
O Brasil ficou em quarto lugar com o maior número de recuperações. França é o
primeiro, Bélgica segundo, Estados Unidos terceiro e o Brasil logo depois.
Está
fora desta estatística o número de pessoas que tiveram a cidadania reconhecida
diretamente pela herança de sangue, pois neste caso não foi necessário nenhum
procedimento administrativo adicional do Service de l'indigénat. Os números aqui
comentados serão sempre os da recuperação com base em um antepassado
luxemburguês.
Embora
o Brasil tenha tido um crescimento significativo de 2015 para 2016 subindo de
18 processos para 84 (525%), ainda é um número pequeno diante da possibilidade
de pessoas que tenham o direito. Os Estados Unidos tem mais que o dobro de
processos de recuperação do que o Brasil.
À
medida que a notícia do sucesso das outras pessoas se espalha e a proximidade
do fim do prazo final para pedir o certificado de antepassado se aproxima,
espera-se um aumento no número de pessoas.
|
|
Recuperações
|
|
França
|
1941
|
|
Bélgica
|
1604
|
|
Estados
Unidos
|
216
|
|
Brasil
|
84
|
|
Alemanha
|
69
|
|
Canada
|
11
|
A
tabela geral de estatísticas está aqui: http://www.mj.public.lu/chiffres_cles/Ind_Stat_2016.pdf
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
9/2/2017 dia histórico em Luxemburgo
Na quinta feira dia 9/2/2017 às 14:00 de Luxemburgo o parlamento luxemburguês poderá aprovar a Reforma da lei da nacionalidade.
Se aprovada, existe a expectativa da mesma entrar em vigor em abril deste ano.
Várias são as mudanças, mas pelo menos nenhum direito anterior foi retirado.
Alguns exemplos das mudanças: o certificado de nacionalidade que custa 10 Euros passará a ser gratuito e com validade indeterminada, Cônjuges poderão se naturalizar mais facilmente e extensão de prazo até 2020 para assinar a recuperação no registro civil luxemburguês.
As mudanças serão bem divulgadas pela mídia e pelo próprio governo.
Vamos ver se não mudam nada na ultima hora...
Nesta época do ano o fuso para Luxemburgo são 3 horas. então., à partir das 11:30 hora do Brasil, já pode ser visto via streaming o debate na câmara sobre esta nova lei clicando aqui
ATUALIZAÇÃO: nova lei foi aprovada. Em breve detalhes sobre isto. Fiquem tranquilos, continua valendo a recuperação até 2018.
Se aprovada, existe a expectativa da mesma entrar em vigor em abril deste ano.
Várias são as mudanças, mas pelo menos nenhum direito anterior foi retirado.
Alguns exemplos das mudanças: o certificado de nacionalidade que custa 10 Euros passará a ser gratuito e com validade indeterminada, Cônjuges poderão se naturalizar mais facilmente e extensão de prazo até 2020 para assinar a recuperação no registro civil luxemburguês.
As mudanças serão bem divulgadas pela mídia e pelo próprio governo.
Vamos ver se não mudam nada na ultima hora...
Nesta época do ano o fuso para Luxemburgo são 3 horas. então., à partir das 11:30 hora do Brasil, já pode ser visto via streaming o debate na câmara sobre esta nova lei clicando aqui
ATUALIZAÇÃO: nova lei foi aprovada. Em breve detalhes sobre isto. Fiquem tranquilos, continua valendo a recuperação até 2018.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Guia rápido de como fazer sozinho o processo de cidadania sozinho
Prezados leitores,
montei a primeira versão de um vídeo explicativo e rápido com os passos para a realização do processo de cidadania luxemburguesa.
Melhorias e ajustes virão mais tarde.
Espero que gostem.
montei a primeira versão de um vídeo explicativo e rápido com os passos para a realização do processo de cidadania luxemburguesa.
Melhorias e ajustes virão mais tarde.
Espero que gostem.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Resumo de tudo que você queria saber sobre a Nacionalidade Luxemburguesa
Prezados leitores,
Criei um video simples para mostrar um resumo de vário aspectos da Nacionalidade Luxemburguesa.
Criei um video simples para mostrar um resumo de vário aspectos da Nacionalidade Luxemburguesa.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Economia de custos com Apostila!
A informação que
tínhamos até agora é de que a apostila era imprescindível para legalizar os
documentos (certidões) enviados para Luxemburgo. A apostila serve para
legalizar os documentos no exterior. Este processo entrou em vigor no Brasil em
agosto de 2016. Do ponto de vista legal é o procedimento para dar autenticidade
ao documento internacionalmente.
Entretanto,
recentemente acompanhei um caso de uma pessoa que precisou de documentos
apostilados no Brasil e em outro país, inclusive Europeu. Esta pessoa
questionou a obrigatoriedade do apostilamento dos documentos deste país
Europeu. Se pelo fato de já ser outro país também europeu deveria ser
obrigatório isso. E obteve uma resposta que a surpreendeu. De que o apostilamento não era obrigatório, inclusive
para o BRASIL.
Como ela caiu no
caso da recuperação, ela entregou os documentos ontem 25/1/2017 em Luxemburgo
para protocolar o pedido de recuperação e apresentou as certidões, antecedente criminal, etc SEM o
apostilamento que foram plenamente aceitas. Os da primeira fase, por força do
que se sabia até então ela mandou com a apostila.
Acompanho outro caso
de cidadania que fará o envio NESTA semana dos documentos para a primeira fase
SEM o apostilamento (somente com a tradução juramentada) e vamos comprovar esta informação de que a
primeira fase é opcional com um caso real.
Portanto, saibam que
a custo do apostilamento do documento pode ser um custo
desnecessário.
Já comprovamos que o
custo disso para a segunda fase não é necessário. Comprovaremos para a primeira fase
também com esta pessoa que auxilio.
Realmente não existe
nenhum lugar onde apareça expressamente que os documentos devam ser
apostilados. Assumimos isso por conta da força da entrada do novo processo
brasileiro.
A pergunta que fica
é: como fica a segurança jurídica de um documento sem a apostila? Realmente
fica um pouco duvidoso. Ao assinar os documentos da cidadania, você concorda
que ao prover documentos que sejam falsos terá sua cidadania extinta. A meu ver
é a única ressalva pelo lado deles. Talvez seja um fator cultural. No Brasil vc
tem que provar que está fazendo tudo certo, já num país de primeiro mundo eles
tem que provar que vc está fazendo tudo errado. Então assumem sempre que você
fala a verdade no processo.
O que penso que
corrobora esta informação de ser opcional
este apostilamento é o fato de que ANTES da entrada em vigor da apostila
a legalização pelo Itamaraty (equivalente a apostila) TAMBÉM não era
obrigatória. Portanto, acho altamente
provável de que seja opcional mesmo.
Por fim ,
confirmando esta novidade isto significa que diminui os custos com o processo da cidadania.
Fica a cargo de cada um esperar pelo meu "cobaia" executar o processo
ou já enviar os documentos sem as apostilas. Pagar e mandar com apostilas não gera nenhum prejuízo, além do monetário.
Novidades,
atualizações, postarei em breve aqui.
Abraços a todos.
Em TEMPO: logo após a publicação desta informação, uma leitora do Blog me apresentou um e-mail do Service de l'indigénat onde a funcionária disse que somente as certidões de nascimento precisavam apostila. Temos um conflito de informações aqui. Mas, mesmo que seja somente as de nascimento, temos uma economia razoável no processo. Vamos investigar o assunto e confirmar isso.
Em TEMPO: logo após a publicação desta informação, uma leitora do Blog me apresentou um e-mail do Service de l'indigénat onde a funcionária disse que somente as certidões de nascimento precisavam apostila. Temos um conflito de informações aqui. Mas, mesmo que seja somente as de nascimento, temos uma economia razoável no processo. Vamos investigar o assunto e confirmar isso.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Depoimento (Ministério erra e corrige depois)
Prezados leitores,
Gostaria de compartilhar com todos o depoimento do Ronan que buscou a cidadania. Deu tudo certo para ele. Apesar das dificuldades que ele passou. O relato é muito legal.
O ponto mais marcante do relato mostra que o Ministério comente erros também e que pode corrigir se conversarmos direitinho com eles, ou seja, mostra que eles são humanos, cometem erros e ajustam se for necessário.
Vejam:
Gostaria de compartilhar com todos o depoimento do Ronan que buscou a cidadania. Deu tudo certo para ele. Apesar das dificuldades que ele passou. O relato é muito legal.
O ponto mais marcante do relato mostra que o Ministério comente erros também e que pode corrigir se conversarmos direitinho com eles, ou seja, mostra que eles são humanos, cometem erros e ajustam se for necessário.
Vejam:
DE BRASILEIRO A
EUROPEU EM 5 MESES
Olá. Me chamo Ronan Turnes e sou mais um feliz cidadão
Luxemburguês. Resolvi escrever este texto para contar um pouco da minha
experiência na aquisição desta cidadania tão almejada por todos, e por achar
que ainda há muita discrepância no que as pessoas dizem que deve ser feito para
consegui-la.
Sempre tive vontade de obter a cidadania Europeia pois o
sonho de deixar o Brasil e viver no Velho Mundo me acompanha há tempos, porém
sabia que não poderia consegui-la, pois apesar da família de minha mãe ter
vindo da Alemanha, o antepassado alemão era muito distante. A família de meu
pai sempre foi uma incógnita, pois nem tínhamos certeza da origem do sobrenome
(alguns sites indicavam França, outros Espanha), mas da mesma maneira, o
antepassado era muito distante na linhagem, fato que impossibilitava a
aquisição da cidadania de acordo com as leis.
Por anos tive que aceitar meu destino: sou Brasileiro. Se
quisesse morar fora do país não poderia contar com o tão sonhado passaporte
vermelho.
Contudo, em 2014, em uma reunião familiar, descubro que um
tio distante (meio-irmão de meu pai) havia pesquisado que o sobrenome Turnes,
na verdade, pertencia a alguém nascido em Luxemburgo. Pelo que me foi dito ele
estava indo atrás da documentação para conseguir a cidadania. Apesar de ter
ficado feliz, imaginei que deveria ter que esperar ele resolver todo o processo
dele para então dar início à recuperação da minha cidadania e, mesmo assim, não
achava provável que eu fosse conseguir pela questão do antepassado também ser
distante na linhagem. E com o passar do tempo, acabei esquecendo por completo
disso.
Foi apenas em Abril de 2016, durante uma conversa com a
minha namorada (hoje, minha noiva) sobre morar fora do país, que resolvi entrar
em contato com meu tio para saber como estava o processo dele e também ir atrás
de mais informações sobre a cidadania Luxemburguesa. Para minha surpresa, ele
já havia recebido o Certificado de Descendência, o que facilitou – e muito – o
meu processo.
Imagino que todos, assim como eu, ficaram espantados com a
facilidade em adquirir tal cidadania. Li sobre o assunto em vários posts deste
blog, assim como na comunidade do Facebook, e fui ganhando confiança que também
poderia consegui-la.
Passei os meses de Junho e Julho pesquisando sobre a árvore
genealógica da minha família. Usando sites como MyHeritage, FamilySearch e
outras páginas encontradas no Google, consegui rastrear ascendentes até o ano
de 1715, nascidos na Áustria. Nesta pesquisa descobri Franz Turnes (nascido em
1822) e Peter Turnes (seu filho, nascido em 1847), que vieram de Luxemburgo com
o resto da família em 1862 para o Brasil (São Pedro de Alcântara/SC para ser
mais preciso), e que são o ponto inicial da minha busca pela cidadania.
Durante este período enviei também vários e-mails ao
ministério de Luxemburgo para tirar as dúvidas que estava tendo. Fiz isso pois
encontrava muita desinformação nos grupos destinados a esse assunto.
Tive que pedir a segunda via das certidões necessárias pois
não encontrei os originais. Com as mesmas em mãos, fiz cópias autenticadas e
mandei fazer a tradução juramentada de ambas, cópias originais e cópias
autenticadas. Meu plano era enviar para Luxemburgo as cópias autenticadas e
usar os originais para a segunda etapa, quando viajaria para Luxemburgo a fim
de recuperar a Cidadania.
Finalmente, em 12 de Agosto, com todas minhas dúvidas
sanadas, enviei a documentação necessária para Luxemburgo:
- Carta de
requerimento em francês – Usei o modelo enviado pelo meu tio em francês. De
acordo com o funcionário do ministério, não é necessário enviar comprovante de
endereço. O endereço deve apenas constar na carta de requerimento. Ou seja, é
um gasto a menos na hora de para traduzir. Abaixo disponibilizo a minha carta
para servir de modelo.
- Detalhes da
linhagem – Basicamente uma explicação da linhagem a partir de Peter até
mim, constando datas e informações de nascimento, casamento e falecimento dos
meus ascendentes. Especifiquei quais certidões foram enviadas pelo meu tio e quais
estavam sendo enviadas por mim.
- Cópia dos e-mails
entre mim e o funcionário do Ministério - Fiz isso apenas como salvaguarda,
para que a pessoa que fosse analisar o meu dossiê visse que toda a documentação
foi enviada de acordo com as instruções do próprio Ministério.
- Fotocópia simples
do Certificado de Descendência de
meu tio – Enviei mesmo o ministério não tendo pedido.
- Fotocópia simples
do meu passaporte –(...) Apesar de meu passaporte estar perto do vencimento
(em 03/10/16), fui também informado pelo funcionário do Ministério que não
haveria problema contanto que a documentação fosse enviada antes do vencimento.
- Cópia autenticada
da Certidão de Casamento de Alécio e Hormalina e tradução – Como meu tio é
filho do segundo casamento do meu avô, ele não havia enviado a certidão de
casamento do Alécio.
- Cópia autenticada
da Certidão de Nascimento de Vilson e
tradução – Na certidão de meu pai, minha avó aparece como Ormalina. Fiquei
com medo que isso causaria algum problema, porém simplesmente escrevi na carta
de requerimento que houve um erro de grafia no cartório e deu tudo certo. Meu
pai faleceu em Maio de 2016. Porém, seguindo as instruções do funcionário, não
foi necessário enviar a certidão de óbito dele.
- Cópia autenticada
da minha Certidão de Nascimento e tradução – Sou filho do segundo casamento
de meu pai, porém meus pais nunca se casaram ou efetivaram em cartório a união
estável. Entretanto, novamente de acordo com o funcionário do Ministério, isso
não seria um problema.
Um adendo muito importante: (...)Todo o processo pode ser
feito por conta própria, em contato direto com o Ministério (existem
funcionários que falam Francês, Alemão, Inglês e até Português). Claro que a
busca pelas Certidões é extenuante, mas nada que paciência e um contato com os
cartórios não resolva. E caso não ache algum documento, entre em contato com o
Ministério e tire dúvidas antes de enviar o dossiê.
Bom, depois de enviar a papelada, restou apenas controlar a
ansiedade. Porém, em 16/09, recebo em casa o tão esperado envelope com o leão
vermelho estampado. Era o aguardado Certificado de Descendência... em nome de
meu pai. Nada em meu nome. Fiquei um pouco desconcertado, e no mesmo dia enviei
um e-mail para o funcionário que me tirara todas a dúvidas anteriormente,
Florent Sadler, em Luxemburgo pedindo explicações, afinal eu era o Requerente
(eu assinei a carta, enviei apenas meu passaporte, e – mais importante – meu
pai já havia falecido).
Neste momento, infelizmente, perdi a confiança nele, pois na
resposta ele disse que o meu Certificado foi enviado no mesmo dia. Oras, não
faz sentido, faz? Por que não colocaram os dois no mesmo envelope? Enfim,
decidi então enviar um e-mail para outra funcionária do ministério, Huguette
Meyer, pedindo maiores informações.
Quase duas semanas depois (28/09), recebi a resposta de
Huguette informando que um novo Certificado de Descendência seria emitido em
meu nome e enviado.
Durante este período, pude notar que muitas pessoas estavam
recebendo o Certificado de Nacionalidade no grupo do Facebook, o que me fez
questionar quais são as regras para recebê-lo. Até onde pude entender, eu me encaixaria
nos critérios por ter uma linhagem totalmente masculina.
Ao responder o e-mail de Huguette agradecendo a informação,
aproveitei para questionar se haveria a possibilidade de receber diretamente o
Certificado de Nacionalidade e, assim, evitar o gasto de ter que ir à
Luxemburgo para assinar a recuperação da cidadania.
Em 25/10 finalmente recebo o Certificado de Descendência,
desta vez em meu nome. Estava chegando cada vez mais próximo do meu sonho de
ter a cidadania europeia. Restava agora economizar dinheiro para a viagem à
Luxemburgo. E aquele primeiro certificado? Até hoje nada. Pode ser que o
primeiro funcionário, Florent, mentiu para não admitir o erro, ou realmente ele
está perdido em algum lugar entre Europa e Brasil.
Porém, eis que em 10/11 uma reviravolta acontece. Recebi o e-mail com a resposta de Huguette informando que
meu dossiê havia sido analisado novamente e, sim, eu poderia receber o
Certificado de Nacionalidade mediante o pagamento da taxa de 10 Euros. Respondi
imediatamente que tinha interesse e que faria o pagamento assim que possível.
Entretanto, o assim que possível demorou um pouco pois não
conseguia encontrar uma forma para enviar o dinheiro. Nenhuma agência bancária
da minha cidade faria, e o site que me foi indicado (Transferwise), não pode
fazer transferências para contas jurídicas. Recorri, então à empresa Confidence
que possui casas de câmbio espalhadas pelo Brasil e poderia fazer a
transferência online.
Fiz o pagamento então no dia 21/11 e no dia 29/11 me foi
informado que o meu Certificado de Nacionalidade estava a caminho.
Restava agora controlar mais uma vez a ansiedade, cruzar os
dedos para que não houvesse nenhum erro e que ele não acabasse sendo extraviado
pelo caminho.
No dia 05/01, finalmente tenho em mãos o precioso
Certificado de Nacionalidade, sem erros, sem extravios, apenas um pouco rasgado
graças à “delicadeza” dos nossos Correios.
Resumo da ópera: tive muita sorte no meu processo, gastando
pouco dinheiro e em 5 meses me tornando um cidadão Europeu. O próximo passo
agora é ir atrás do passaporte vermelho e, quem sabe, recomeçar a vida do outro
lado do Atlântico num futuro próximo.
Gostaria de terminar este longo texto agradecendo a todos
que me ajudaram com informações sobre o processo, em especial meu tio (afinal,
ele fez o trabalho duro e foi atrás da maioria das certidões) e ao Fábio (autor deste blog) por
ser tão prestativo e ter tirado muitas dúvidas. Lembrando que este foi um
relato da minha experiência. Sei que muitas situações e linhagens são
diferentes, mas caso a sua seja similar, espero poder ter contribuído de alguma
forma.
Desejo boa sorte a todos.
Ronan Turnes.
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