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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Depoimento (Ministério erra e corrige depois)

Prezados leitores,

Gostaria de compartilhar com todos o depoimento do Ronan que buscou a cidadania. Deu tudo certo para ele. Apesar das dificuldades que ele passou. O relato é muito legal.

O ponto mais marcante do relato mostra que o Ministério comente erros também e que pode corrigir se conversarmos direitinho com eles, ou seja, mostra que eles são humanos, cometem erros e ajustam se for necessário.

Vejam:




DE BRASILEIRO A EUROPEU EM 5 MESES



Olá. Me chamo Ronan Turnes e sou mais um feliz cidadão Luxemburguês. Resolvi escrever este texto para contar um pouco da minha experiência na aquisição desta cidadania tão almejada por todos, e por achar que ainda há muita discrepância no que as pessoas dizem que deve ser feito para consegui-la.

Sempre tive vontade de obter a cidadania Europeia pois o sonho de deixar o Brasil e viver no Velho Mundo me acompanha há tempos, porém sabia que não poderia consegui-la, pois apesar da família de minha mãe ter vindo da Alemanha, o antepassado alemão era muito distante. A família de meu pai sempre foi uma incógnita, pois nem tínhamos certeza da origem do sobrenome (alguns sites indicavam França, outros Espanha), mas da mesma maneira, o antepassado era muito distante na linhagem, fato que impossibilitava a aquisição da cidadania de acordo com as leis.

Por anos tive que aceitar meu destino: sou Brasileiro. Se quisesse morar fora do país não poderia contar com o tão sonhado passaporte vermelho.

Contudo, em 2014, em uma reunião familiar, descubro que um tio distante (meio-irmão de meu pai) havia pesquisado que o sobrenome Turnes, na verdade, pertencia a alguém nascido em Luxemburgo. Pelo que me foi dito ele estava indo atrás da documentação para conseguir a cidadania. Apesar de ter ficado feliz, imaginei que deveria ter que esperar ele resolver todo o processo dele para então dar início à recuperação da minha cidadania e, mesmo assim, não achava provável que eu fosse conseguir pela questão do antepassado também ser distante na linhagem. E com o passar do tempo, acabei esquecendo por completo disso.

Foi apenas em Abril de 2016, durante uma conversa com a minha namorada (hoje, minha noiva) sobre morar fora do país, que resolvi entrar em contato com meu tio para saber como estava o processo dele e também ir atrás de mais informações sobre a cidadania Luxemburguesa. Para minha surpresa, ele já havia recebido o Certificado de Descendência, o que facilitou – e muito – o meu processo.

Imagino que todos, assim como eu, ficaram espantados com a facilidade em adquirir tal cidadania. Li sobre o assunto em vários posts deste blog, assim como na comunidade do Facebook, e fui ganhando confiança que também poderia consegui-la.

Passei os meses de Junho e Julho pesquisando sobre a árvore genealógica da minha família. Usando sites como MyHeritage, FamilySearch e outras páginas encontradas no Google, consegui rastrear ascendentes até o ano de 1715, nascidos na Áustria. Nesta pesquisa descobri Franz Turnes (nascido em 1822) e Peter Turnes (seu filho, nascido em 1847), que vieram de Luxemburgo com o resto da família em 1862 para o Brasil (São Pedro de Alcântara/SC para ser mais preciso), e que são o ponto inicial da minha busca pela cidadania.


Durante este período enviei também vários e-mails ao ministério de Luxemburgo para tirar as dúvidas que estava tendo. Fiz isso pois encontrava muita desinformação nos grupos destinados a esse assunto.

Tive que pedir a segunda via das certidões necessárias pois não encontrei os originais. Com as mesmas em mãos, fiz cópias autenticadas e mandei fazer a tradução juramentada de ambas, cópias originais e cópias autenticadas. Meu plano era enviar para Luxemburgo as cópias autenticadas e usar os originais para a segunda etapa, quando viajaria para Luxemburgo a fim de recuperar a Cidadania.

Finalmente, em 12 de Agosto, com todas minhas dúvidas sanadas, enviei a documentação necessária para Luxemburgo:

- Carta de requerimento em francês – Usei o modelo enviado pelo meu tio em francês. De acordo com o funcionário do ministério, não é necessário enviar comprovante de endereço. O endereço deve apenas constar na carta de requerimento. Ou seja, é um gasto a menos na hora de para traduzir. Abaixo disponibilizo a minha carta para servir de modelo.

- Detalhes da linhagem – Basicamente uma explicação da linhagem a partir de Peter até mim, constando datas e informações de nascimento, casamento e falecimento dos meus ascendentes. Especifiquei quais certidões foram enviadas pelo meu tio e quais estavam sendo enviadas por mim.

- Cópia dos e-mails entre mim e o funcionário do Ministério - Fiz isso apenas como salvaguarda, para que a pessoa que fosse analisar o meu dossiê visse que toda a documentação foi enviada de acordo com as instruções do próprio Ministério.

- Fotocópia simples do Certificado de Descendência de meu tio – Enviei mesmo o ministério não tendo pedido.

- Fotocópia simples do meu passaporte –(...) Apesar de meu passaporte estar perto do vencimento (em 03/10/16), fui também informado pelo funcionário do Ministério que não haveria problema contanto que a documentação fosse enviada antes do vencimento.

- Cópia autenticada da Certidão de Casamento de Alécio e Hormalina e tradução – Como meu tio é filho do segundo casamento do meu avô, ele não havia enviado a certidão de casamento do Alécio.

- Cópia autenticada da Certidão de Nascimento de Vilson e tradução – Na certidão de meu pai, minha avó aparece como Ormalina. Fiquei com medo que isso causaria algum problema, porém simplesmente escrevi na carta de requerimento que houve um erro de grafia no cartório e deu tudo certo. Meu pai faleceu em Maio de 2016. Porém, seguindo as instruções do funcionário, não foi necessário enviar a certidão de óbito dele.

- Cópia autenticada da minha Certidão de Nascimento e tradução – Sou filho do segundo casamento de meu pai, porém meus pais nunca se casaram ou efetivaram em cartório a união estável. Entretanto, novamente de acordo com o funcionário do Ministério, isso não seria um problema.

Um adendo muito importante: (...)Todo o processo pode ser feito por conta própria, em contato direto com o Ministério (existem funcionários que falam Francês, Alemão, Inglês e até Português). Claro que a busca pelas Certidões é extenuante, mas nada que paciência e um contato com os cartórios não resolva. E caso não ache algum documento, entre em contato com o Ministério e tire dúvidas antes de enviar o dossiê.

Bom, depois de enviar a papelada, restou apenas controlar a ansiedade. Porém, em 16/09, recebo em casa o tão esperado envelope com o leão vermelho estampado. Era o aguardado Certificado de Descendência... em nome de meu pai. Nada em meu nome. Fiquei um pouco desconcertado, e no mesmo dia enviei um e-mail para o funcionário que me tirara todas a dúvidas anteriormente, Florent Sadler, em Luxemburgo pedindo explicações, afinal eu era o Requerente (eu assinei a carta, enviei apenas meu passaporte, e – mais importante – meu pai já havia falecido).

Neste momento, infelizmente, perdi a confiança nele, pois na resposta ele disse que o meu Certificado foi enviado no mesmo dia. Oras, não faz sentido, faz? Por que não colocaram os dois no mesmo envelope? Enfim, decidi então enviar um e-mail para outra funcionária do ministério, Huguette Meyer, pedindo maiores informações.

Quase duas semanas depois (28/09), recebi a resposta de Huguette informando que um novo Certificado de Descendência seria emitido em meu nome e enviado.

Durante este período, pude notar que muitas pessoas estavam recebendo o Certificado de Nacionalidade no grupo do Facebook, o que me fez questionar quais são as regras para recebê-lo. Até onde pude entender, eu me encaixaria nos critérios por ter uma linhagem totalmente masculina.

Ao responder o e-mail de Huguette agradecendo a informação, aproveitei para questionar se haveria a possibilidade de receber diretamente o Certificado de Nacionalidade e, assim, evitar o gasto de ter que ir à Luxemburgo para assinar a recuperação da cidadania.

Em 25/10 finalmente recebo o Certificado de Descendência, desta vez em meu nome. Estava chegando cada vez mais próximo do meu sonho de ter a cidadania europeia. Restava agora economizar dinheiro para a viagem à Luxemburgo. E aquele primeiro certificado? Até hoje nada. Pode ser que o primeiro funcionário, Florent, mentiu para não admitir o erro, ou realmente ele está perdido em algum lugar entre Europa e Brasil.

Porém, eis que em 10/11 uma reviravolta acontece. Recebi o  e-mail com a resposta de Huguette informando que meu dossiê havia sido analisado novamente e, sim, eu poderia receber o Certificado de Nacionalidade mediante o pagamento da taxa de 10 Euros. Respondi imediatamente que tinha interesse e que faria o pagamento assim que possível.

Entretanto, o assim que possível demorou um pouco pois não conseguia encontrar uma forma para enviar o dinheiro. Nenhuma agência bancária da minha cidade faria, e o site que me foi indicado (Transferwise), não pode fazer transferências para contas jurídicas. Recorri, então à empresa Confidence que possui casas de câmbio espalhadas pelo Brasil e poderia fazer a transferência online.

Fiz o pagamento então no dia 21/11 e no dia 29/11 me foi informado que o meu Certificado de Nacionalidade estava a caminho.

Restava agora controlar mais uma vez a ansiedade, cruzar os dedos para que não houvesse nenhum erro e que ele não acabasse sendo extraviado pelo caminho.

No dia 05/01, finalmente tenho em mãos o precioso Certificado de Nacionalidade, sem erros, sem extravios, apenas um pouco rasgado graças à “delicadeza” dos nossos Correios.

Resumo da ópera: tive muita sorte no meu processo, gastando pouco dinheiro e em 5 meses me tornando um cidadão Europeu. O próximo passo agora é ir atrás do passaporte vermelho e, quem sabe, recomeçar a vida do outro lado do Atlântico num futuro próximo.

Gostaria de terminar este longo texto agradecendo a todos que me ajudaram com informações sobre o processo, em especial meu tio (afinal, ele fez o trabalho duro e foi atrás da maioria das certidões) e ao Fábio (autor deste blog) por ser tão prestativo e ter tirado muitas dúvidas. Lembrando que este foi um relato da minha experiência. Sei que muitas situações e linhagens são diferentes, mas caso a sua seja similar, espero poder ter contribuído de alguma forma.

Desejo boa sorte a todos.



Ronan Turnes.








segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Linguas de Luxemburgo

Num país multilíngue como o Luxemburgo, esse assunto é recorrente.

Hoje começaram os debates na câmara de deputados sobre duas petições públicas uma querendo privilegiar a língua luxemburguesa e outra querendo elevar todas as línguas ao mesmo nível.

O desenrolar deste debate é importante porque logo neste mês teremos a votação sobre a reforma da lei de nacionalidade e os deputados podem relaxar os requisitos para naturalização dos cônjuges de cidadãos luxemburgueses.
Vamos aguardar.


Terá outra rodada de debates no dia 25/1.

Eles tem muito medo da língua luxemburguesa morrer. Com as pressões fortes de dois grandes países vizinhos, eu acho que fatalmente isso vai acontecer.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Lei de Transposição de nomes e sobrenomes

Não sei se todos sabem mas existe a lei de 7 de junho de 1989 que permite que as pessoas possam mudar seus nomes ou sobrenomes para ficar mais integradas à sociedade luxemburguesa.

Por exemplo, se o seu nome for Francisco ele poderia ser mudado para Franz (mais alemão/luxemburguês) ou François (mais afrancesado).

O mesmo raciocínio vale para sobrenomes que foram descaracterizados por erros de grafia ou até mesmo aportuguesados desde a época da política de nacionalização do governo Getúlio Vargas.

Só pode fazer isso que se NATURALIZA luxemburguês ou quem assina o pedido de RECUPERAÇÃO da cidadania.

Aqueles que já detêm a cidadania não tem este direito.

Portanto, para aqueles que forem assinar no cartório luxemburgues, pensem nesta possibilidade pois pode ser feito na hora da assinatura da recuperação.

Mas lembre-se que ao fazer isto, o governo brasileiro é notificado pelo governo luxemburguês desta decisão porque supostamente você ainda detem a cidadania brasileira. Você que mudou o nome precisaria mudar o nome no Brasil também. Isto pode exigir uma ordem de juiz para alterar o nome da sua certidão brasileira no cartório.

É um processo um pouco burocrático e que tenho relatos de alguns que voltaram atrás pela dificuldade.

Mas fica aqui o registro da possibilidade que a lei luxemburguesa dá.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Custo de vida Luxemburguês



Olhe que legal, o STATEC, equivalente ao brasileiro IBGE, publicou uma pesquisa estatística de quanto seria o valor mínimo para uma vida "decente" em Luxemburgo. Este conceito de "decente", é altamente discutível, e se refere ao mínimo possível que se deve ter de renda para uma vida simples. O legal da pesquisa é que ela mostra quanto é necessário para cada tipo de família. Veja o quadro abaixo.

Homme seul: Homem sozinho
Femme seule: Mulher sozinha
Couple:casal
Homme avec um garçon de 10 ans: Homem com um filho de 10 anos
Femme avec une fille de 14 ans: mulher com uma filha de 14 anos
Coule avec deux enfants: casal com 2 filhos

Despesas:
Santé: saúde
Logement: habitação
Vetements: roupas
vie sociale: vida social
Besoins des enfants: necessidades dos filhos






A minha opinião particular é de que a pessoa que for morar em Lux não incorra em aluguel pois é muito caro!

Ou que tenha uma renda de aluguel no Brasil para bancar o aluguel de Luxemburgo.(parcial ou totalmente)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Terceira revolução Industrial






O pensador Jeremy Rifkin, economista americano, foi contratado pelo governo luxemburguês para fazer um levantamento de quais seriam as alternativas para os caminhos econômicos do país.  É uma iniciativa que busca preparar o país para o que e economista chama de TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL, notadamente com novos conceitos de Tecnologia da informação e outros.  Quando se planeja o futuro, existe gestão, controle e muito frequentemente: SUCESSO.



Países desorganizados, contam com a própria sorte. (Lembra um país que começa com BRA e termina com SIL)



O governo reconhece que precisa se adaptar agora às novas realidades. Luxemburgo prosperou antigamente com a indústria do aço. Depois virou um paraíso fiscal. Mas os anos dourados de refúgio financeiro estão terminando com o fim do sigilo bancário pressionado pelos demais países do mundo, preocupados com lavagem de dinheiro. Terminado esta fase,  o governo precisaria estar surfando em outra ONDA. Justamente este estudo do Sr. Rifkin é que dará o norte do que deve ser feito para manter o país próspero no futuro. Se deseja ter um futuro sustentável.



O estudo foi apresentado em novembro/2016 e pode ser lido publicamente. Quem quiser ler o estudo, pode fazer o download do resumo ou do estudo completo em http://www.troisiemerevolutionindustrielle.lu . Os documentos estão em inglês na aba "etude-strategique".

Por que é importante isto aqui no blog? Porque pessoas que querem se tornar luxemburguesas precisarão ter esta visão e se adaptar as estratégias futuras do país.

Serão as áreas que terão necessidade de mão-de-obra. Fica a dica.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Serviço de apoio a cidadania e Projeto Futuro

Os leitores do meu blog notaram que de um mês para cá, está aparecendo um anúncio para ajudar a busca da cidadania, onde aparece um telefone.

Só gostaria de esclarecer que este é o meu telefone mesmo.

Qual é o propósito deste serviço?

Aqui no blog faço um serviço voluntário para que várias pessoas busquem o direito a cidadania. Aqui tem praticamente tudo o que precisa ser sabido para isto. Esclareço dúvidas, ajudo sempre que posso a todos que me pedem auxílio pelo site.

Mas, depois de 4 anos publicando informações notei que algumas pessoas tem dificuldade de correr atrás do trabalho burocrático. Por isso coloquei meu telefone e ofereci esta consultoria.

Ou seja, esta consultoria é um auxílio onde dedicarei meu tempo vago para buscar as documentações e fazer os processos para as pessoas que tem esta necessidade. Mas, como acompanharei de perto isso e gastarei mais tempo, fica difícil para que eu faça isto sem nenhuma remuneração. Não responderei por telefone dúvidas que estão publicadas no site.

Cobro sim pela consultoria. Considero uma opção para aqueles que não querem fazer sozinhos, com as informações do site.

Mas não quero ficar rico nem viver disso. Já tenho uma atividade profissional que me sustenta. Este dinheiro que arrecadarei, pretendo usar em outro projeto pessoal.

Tenho o intuito de no futuro fundar uma Associação Cultural Luxemburguesa no Brasil. Esta associação ajudará os brasileiros que são também duplos cidadãos luxemburgueses com várias informações do tipo:

1) Curso de língua luxemburguesa
2) Acesso ao mercado de trabalho
3) Informações jurídicas de como investir ou comprar imóveis
4) Como se instalar em Luxemburgo
5) Como estudar em Luxemburgo
6) Informações previdenciárias e saúde
7) Ter um advogado luxemburguês à disposição para dúvidas diversas
8) Recuperar aspectos da cultura luxemburguesa para as famílias brasileiras


Enfim toda uma estrutura para ajudar a esta comunidade grande de duplos cidadãos brasileiro-luxemburgueses.
Para isto se tornar uma realidade é necessário $, desde abrir um site próprio, constituir a associação, contador, etc.

Nos Estados Unidos já existe uma associação americana de descendentes de luxemburgueses. Que inclusive já foi visitada pelo Grão-Duque. Creio que depois de 4 anos de estrada com o Blog, temos potencial para termos uma associação também no Brasil.

Se você, leitor do blog, estiver com interesse de participar desta associação, mande um e-mail para associacaoluxemburguesa@yahoo.com. Por enquanto sem compromisso, até que esteja claro todos os custos para se criar tal associação. Vamos estimar o número de interessados.

A idéia é ter membros premium que pagam uma mensalidade e terão direito a cursos, informações detalhadas e tempo de conversa com o Advogado/Consultor; e membros que são simples e não pagam mensalidade, que apenas recebem as novidades e informações relevantes sobre a associação.

O valor da mensalidade será estudado em função da gama de serviços oferecidos pela associação.

Portanto,  o dinheiro que eu arrecadar será revertido numa associação para ajuda das próprias pessoas.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Novidade APOSTILA!



Hoje (01/12/2016) no site do CNJ já constam diversas cidades do interior do Brasil que também já podem emitir apostila!

Economia de tempo e dinheiro! Até ontem eram apenas as capitais.

Consulte a sua cidade aqui:
http://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/relacoes-internacionais/convencao-da-apostila-da-haia/cartorios-autorizados

Veja a advertência que algumas serventias podem não ter recebido o papel especial ainda. Informar-se antes de se dirigir ao cartório.