Desde muito tempo gostaria de dar esta notícia.
Finalmente este dia chegou.
Vejam: https://ccblux.com.br/?p=299
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Vão mudar a lei da recuperação?
Poucos dias atrás tomamos conhecimento de uma iniciativa popular na Câmara de Deputados para tentar reverter o prazo de 2018 para os casos de RECUPERAÇÃO.
Trata-se de um instrumento onde qualquer cidadão pode fazer uma petição publica e expor seus motivos para sensibilizar o legislativo luxemburguês de DEBATER o assunto da petição.
A amplitude do debate é definida pela quantidade de assinaturas. Se atingido o número de 4.500 (aproximadamente 1% do número de cidadão luxemburgueses, note que não são os residentes, mas apenas os que possuem a nacionalidade luxemburguesa) o assunto é discutido em sessão televisionada com 6 assinantes da petição , os deputados e a própria ministra da Justiça! Se não alcançar este número, o assunto será discutido apenas em comissão e o poder de convencimento será menor para o movimento da petição.
A petição em si não é nenhuma certeza de que a lei será mudada. Mas, é uma chance para tentar CONVENCER os parlamentares e a Ministra de que o pedido é BOM para a sociedade luxemburguesa e trará benefícios. Se no decorrer deste debate não ficar claro a vantagem da ampliação da nacionalidade, o assunto não irá adiante.
Portanto, mais que um clamor de justiça pelo desconhecimento do final do prazo para várias pessoas, o assunto é mais político mesmo. A sociedade luxemburguesa na verdade precisa de um prazo (talvez 10 anos) para avaliar o impacto do final do prazo do acesso facilitado até 2018. Somente depois desta análise é que pode ser rediscutido com maior argumentação em estatísticas se é bom ou ruim tal movimento.
O fato é que uma taxa de natalidade baixa pode obrigar o governo a buscar maneiras de ampliar a população. Escassez de profissionais também alimenta esta pressão. Mas também não querem que venham pessoas desqualificadas que não consigam se inserir no mercado de trabalho e que fiquem apenas nos benefícios sociais. A lei de 2008 (revista em 2017) já foi suficiente para isso? Outro fato ruim é o idioma. Pessoas que nem falam o idioma "alternativo" , por exemplo o francês ou alemão, tem ainda maior dificuldade de se integrar profissionalmente e socialmente. A grande maioria dos brasileiros não tem maestria nestes idiomas.
Vamos aguardar o desfecho do andamento do ciclo de vida da petição. Sendo realista, conseguir 4500 assinaturas, é bem difícil! Talvez o timing para este movimento iniciado por um cidadão de Arlon na Bélgica, não tenha sido o melhor para os brasileiros, pois muitos ainda estão em tramite para assinar e se tornarão cidadãos luxemburgueses efetivos em breve. Portanto temos um contingente de pessoas grande, mas que só vai poder assinar lá pelo final de 2020. Eu particularmente torço para isso dar certo, mas analisando friamente acho bem difícil.
A lei prevê que a petição seja recolocada depois de 1 ano após ser desqualificada. Portanto, caso não consiga atingir o volume necessário, ainda poderá ser revista no futuro breve.
O fato é que politicamente, precisamos mostrar para a sociedade luxemburguesa que é bom ter novos cidadãos. E esta argumentação precisa ser bem embasada para conseguirmos o convencimento dos parlamentares.
Trata-se de um instrumento onde qualquer cidadão pode fazer uma petição publica e expor seus motivos para sensibilizar o legislativo luxemburguês de DEBATER o assunto da petição.
A amplitude do debate é definida pela quantidade de assinaturas. Se atingido o número de 4.500 (aproximadamente 1% do número de cidadão luxemburgueses, note que não são os residentes, mas apenas os que possuem a nacionalidade luxemburguesa) o assunto é discutido em sessão televisionada com 6 assinantes da petição , os deputados e a própria ministra da Justiça! Se não alcançar este número, o assunto será discutido apenas em comissão e o poder de convencimento será menor para o movimento da petição.
A petição em si não é nenhuma certeza de que a lei será mudada. Mas, é uma chance para tentar CONVENCER os parlamentares e a Ministra de que o pedido é BOM para a sociedade luxemburguesa e trará benefícios. Se no decorrer deste debate não ficar claro a vantagem da ampliação da nacionalidade, o assunto não irá adiante.
Portanto, mais que um clamor de justiça pelo desconhecimento do final do prazo para várias pessoas, o assunto é mais político mesmo. A sociedade luxemburguesa na verdade precisa de um prazo (talvez 10 anos) para avaliar o impacto do final do prazo do acesso facilitado até 2018. Somente depois desta análise é que pode ser rediscutido com maior argumentação em estatísticas se é bom ou ruim tal movimento.
O fato é que uma taxa de natalidade baixa pode obrigar o governo a buscar maneiras de ampliar a população. Escassez de profissionais também alimenta esta pressão. Mas também não querem que venham pessoas desqualificadas que não consigam se inserir no mercado de trabalho e que fiquem apenas nos benefícios sociais. A lei de 2008 (revista em 2017) já foi suficiente para isso? Outro fato ruim é o idioma. Pessoas que nem falam o idioma "alternativo" , por exemplo o francês ou alemão, tem ainda maior dificuldade de se integrar profissionalmente e socialmente. A grande maioria dos brasileiros não tem maestria nestes idiomas.
Vamos aguardar o desfecho do andamento do ciclo de vida da petição. Sendo realista, conseguir 4500 assinaturas, é bem difícil! Talvez o timing para este movimento iniciado por um cidadão de Arlon na Bélgica, não tenha sido o melhor para os brasileiros, pois muitos ainda estão em tramite para assinar e se tornarão cidadãos luxemburgueses efetivos em breve. Portanto temos um contingente de pessoas grande, mas que só vai poder assinar lá pelo final de 2020. Eu particularmente torço para isso dar certo, mas analisando friamente acho bem difícil.
A lei prevê que a petição seja recolocada depois de 1 ano após ser desqualificada. Portanto, caso não consiga atingir o volume necessário, ainda poderá ser revista no futuro breve.
O fato é que politicamente, precisamos mostrar para a sociedade luxemburguesa que é bom ter novos cidadãos. E esta argumentação precisa ser bem embasada para conseguirmos o convencimento dos parlamentares.
domingo, 5 de janeiro de 2020
Último ano para pedidos de recuperação
Iniciamos 2020 e com isso o último ano para dar entrada nos pedidos de recuperação.
Não deixem para última hora, sem a assinatura do pedido de recuperação, não se tem acesso a nacionalidade!
Como este é o último ano, muitas pessoas que postergaram a viagem terão que fazer isso até 31/12 deste ano.
A tendência é vermos filas, principalmente na alta temporada.
Não deixem para última hora, sem a assinatura do pedido de recuperação, não se tem acesso a nacionalidade!
Como este é o último ano, muitas pessoas que postergaram a viagem terão que fazer isso até 31/12 deste ano.
A tendência é vermos filas, principalmente na alta temporada.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Fusão de cidades? Tem isso em Luxemburgo?
Ouvindo o noticiário recente brasileiro sobre a possibilidade de fusão cidades, fiquei curioso se em Luxemburgo também existia isso.
Fiquei surpreso que esta prática é não é só comum como bem frequente.
A tabela abaixo extraída daqui mostra que isto vem sendo feito constantemente.
Fiquei surpreso que esta prática é não é só comum como bem frequente.
A tabela abaixo extraída daqui mostra que isto vem sendo feito constantemente.
| FUSIONS DE COMMUNES | ||
Année
|
Nouvelle commune | Communes fusionnées |
| 2018 | Rosport-Mompach | Rosport et Mompach |
| 2018 | Helperknapp | Boevange/Attert et Tuntange |
| 2018 | Habscht | Hobscheid et Septfontaines |
| 2014 | Wiltz | Eschweiler et Wiltz |
| 2011 | Vallée de l'Ernz | Ermsdorf et Medernach |
| 2011 | Parc Hosingen | Consthum, Hoscheid et Hosingen |
| 2011 | Schengen | Burmerange, Schengen et Wellenstein |
| 2011 | Käerjeng | Bascharage et Clemency |
| 2011 | Esch-sur-Sûre | Esch-sur-Sûre, Heiderscheid et Neunhausen |
| 2009 | Clervaux | Clervaux, Heinerscheid et Munshausen |
| 2005 | Kiischpelt | Kautenbach et Wilwerwiltz |
| 2004 | Tandel | Bastendorf et Fouhren |
| Nombre de communes constant depuis les années 1970: 118 | ||
| Nombre de communes au 1er janvier 2018: 102 | ||
Estas fusões trazem uma economia para os cofres públicos (senão nem existiriam), mas causam dificuldade para os descendentes que tentam buscar informações às vezes das localidades originarias de seus ancestrais e que sofreram fusão com outras administrações maiores. É o meu caso pois Munshausen onde está registrado meu ancestral, agora está em Clervaux.
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Bouneschlupp? O que é isso?
No dia de hoje, (6/9/2019) a embaixada de Brasilia divulgou que a embaixatriz luxemburguesa apresentou ao Clube Internacional de Brasilia uma receita tradicional luxemburguesa.
Achei legal! colocaram a foto dos ingredientes e da sopa feita. Mas, ficou faltando divulgar a receita!
Pesquisei e como o dia está bem frio hoje, aqui vai ela para todos meus leitores:
Na receita que peguei não vai cenoura e linguiça como está na foto da receita da embaixatriz, mas achei boa a ideia de acrescentar tais ingredientes.
Bouneschlupp
Receita para 10 porções:
Ingredientes:
- 800g de vagem (feijão verde) picada
- 200g de cebola picada
- 300g batata picadas
- 200g de bacon defumado picado
- 50g de manteiga
- 3 litros de agua quente ou caldo
- 150ml de creme de leite
- tempero a gosto (sal, pimenta, etc)
Preparo:
- frite o bacon na manteiga
- acrescente e doure a cebola
- acrescente sal, pimenta e temperos
- acrescente a vagem e a água ou caldo
- Deixe cozinhar por 45 minutos
- Acrescente as batatas e deixe cozinhar por 10 minutos
- Acrescente o creme de leite
- Verifique se ficou à gosto os temperos
- Sirva
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Atlas interativo dos imigrantes Luxemburgueses no Brasil
É com imenso prazer que anuncio a publicação de um antigo
projeto meu. Algo que sempre queria fazer, mas nunca tive tempo. E agora graças
a um patrocínio de 2 empresas privadas consegui tornar realidade.(www.ccblux.com.br e www.moien.com.br) Está no ar no site abaixo o primeiro Atlas
dos imigrantes luxemburgueses no Brasil. Contém diversos dados e
estatísticas dos imigrantes. Não é algo super perfeito, mas é algo que fiz com
carinho para a comunidade brasileira dos descendentes de luxemburgueses. Nele
colocamos no mapa tanto do Brasil quanto de Luxemburgo mais de 62 famílias
luxemburguesas. Todas elas com o seu respectivo documento luxemburguês. Sabemos
que podem existir de 15 a 20 famílias que não foram catalogadas porque não
conseguimos informações exatas sobre o documento luxemburguês das mesmas. (muitas
são do estado do Espirito Santo)
Este projeto é algo vivo e não estático. Com a contribuição
dos colaboradores espero enriquecer o material e termos ainda mais informações
sobre os luxemburgueses no Brasil.
Portanto convido a verem e se puderem contribuir de qualquer
forma com este projeto que é algo totalmente sem custo para os descendentes de
Luxemburgueses.
O site tem uma versão em inglês também.
Nas fases seguintes do projeto colocaremos mais e mais informações
sobre os imigrantes. Inicialmente com os
dados da primeira geração, ou seja, o nome dos filhos que vieram junto ou que
nasceram aqui.
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Projeto de ATLAS de imigrantes Luxemburgueses no Brasil
Prezados leitores,
Estou finalizando a primeira etapa de um projeto inédito. Será um presente para a comunidade de descendentes luxemburgueses no Brasil.
Ficará disponível para o público de forma gratuita o primeiro ATLAS DOS IMIGRANTES LUXEMBURGUESES NO BRASIL.
Mapeamos e buscamos em Luxemburgo as certidões de nascimento de 54 famílias de imigrantes (patriarcas ou matriarcas luxemburgueses). Plotamos no mapa a cidade de origem em Luxemburgo e a cidade de destino aqui no Brasil de cada um deles. Será possível navegar pelo mapa origem e destino e ver todos os imigrantes.
Montamos a visão dos estados e cidades que recepcionaram os imigrantes, bem como as cidades e cantões de Luxemburgo de onde eles partiram. Podemos verificar as ondas de imigração além de outras estatísticas com os dados obtidos.
Sabemos que existem pelo menos mais umas 10 famílias entre catarinenses e capixabas que ficaram de fora pois não localizamos o nascimento em Luxemburgo. Os visitantes poderão enviar os dados para nós caso queiram colaborar.
Queríamos terminar até o dia 23/6 mas não foi possível. Espero que nas próximas semanas consigamos concluir.
Posteriormente faremos uma segunda etapa com os descendentes de cada um dos patriarcas ou matriarcas.Muitos pedidos de nacionalidade foram feitos pelos filhos destes imigrantes que chegaram a nascer em Luxemburgo e vieram ainda criança para o Brasil. Nesta primeira etapa deixamos eles de fora para ter uma visão da quantidade de famílias. Mas ampliaremos este atlas com a colaboração das pessoas.
Portanto aguardem um pouco para esta novidade.
Estou finalizando a primeira etapa de um projeto inédito. Será um presente para a comunidade de descendentes luxemburgueses no Brasil.
Ficará disponível para o público de forma gratuita o primeiro ATLAS DOS IMIGRANTES LUXEMBURGUESES NO BRASIL.
Mapeamos e buscamos em Luxemburgo as certidões de nascimento de 54 famílias de imigrantes (patriarcas ou matriarcas luxemburgueses). Plotamos no mapa a cidade de origem em Luxemburgo e a cidade de destino aqui no Brasil de cada um deles. Será possível navegar pelo mapa origem e destino e ver todos os imigrantes.
Montamos a visão dos estados e cidades que recepcionaram os imigrantes, bem como as cidades e cantões de Luxemburgo de onde eles partiram. Podemos verificar as ondas de imigração além de outras estatísticas com os dados obtidos.
Sabemos que existem pelo menos mais umas 10 famílias entre catarinenses e capixabas que ficaram de fora pois não localizamos o nascimento em Luxemburgo. Os visitantes poderão enviar os dados para nós caso queiram colaborar.
Queríamos terminar até o dia 23/6 mas não foi possível. Espero que nas próximas semanas consigamos concluir.
Posteriormente faremos uma segunda etapa com os descendentes de cada um dos patriarcas ou matriarcas.Muitos pedidos de nacionalidade foram feitos pelos filhos destes imigrantes que chegaram a nascer em Luxemburgo e vieram ainda criança para o Brasil. Nesta primeira etapa deixamos eles de fora para ter uma visão da quantidade de famílias. Mas ampliaremos este atlas com a colaboração das pessoas.
Portanto aguardem um pouco para esta novidade.
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